O tratamento contra o câncer é muito intenso, com medicamentos fortes que causam muitos efeitos colaterais, mas se uma mulher desenvolve ou descobre o câncer durante a gestação, qual o melhor tratamento para o esse caso? A preocupação com a saúde do feto é grande, pois como já dito, o tratamento do câncer é agressivo, podendo ser prejudicial ao bebê. Por outro lado, a saúde da mãe precisa ser preservada, sendo necessário ser iniciado o tratamento o mais rápido possível. Dentre os casos de câncer que surgem durante a gravidez, 50% são câncer de mama e, 27% são de linfomas e leucemia. Segundo os oncologistas, é possível oferecer tratamentos seguros para o câncer na gravidez, e em alguns casos, até o procedimento cirúrgico de retirada ocorrer durante a gestação. Quanto à realização dos exames para diagnóstico através de ultrassom que não tenham ações de radiação ionizante ou mamografia no caso do câncer de mama, o uso do avental de chumbo para proteger a barriga na gestação é indispensável. . Quando confirmado o câncer na gravidez, geralmente a quimioterapia não é indicada no primeiro trimestre da gestação. Neste período, o feto está em formação e o contato com o tratamento pode oferecer riscos à sua saúde. Depois dos 3 primeiros meses gestacionais, o tratamento com quimioterapia pode ser iniciado. Diferente do tratamento da radioterapia, que não é aconselhável durante o período gestacional. Normalmente, os especialistas controlam e tratam o câncer na gravidez de forma que possam controlar ou diminuir até o nascimento do bebê. Onde conseguirão realizar procedimentos mais radicais a fim deter a doença ou realizar os procedimentos que forem necessários sem oferecer riscos ao bebê. O tratamento desde o descobrimento deve ser acompanhado sempre pelo obstetra e o oncologista, onde a saúde do bebê deve ser garantida e o sucesso do tratamento da mãe alcançado. Na maioria da vezes, os partos são programados e realizada a cesariana. No caso de mulheres que estão em tratamento contra o câncer e pretendem engravidar, podem ficar tranquilas. Desde que o câncer não envolva o aparelho reprodutor feminino como o útero e ovários, sendo necessária remoção cirúrgica durante o tratamento, é totalmente possível engravidar após a alta do tratamento.